O ensino da fé cristã na Península Ibérica
(séculos XIV, XV e XVI)

Libro declarante o Libro de las tres creencias

Abner de Burgos conocido como Alfonso de Valladolid. Século XIV.

Português

Esta obra foi difundida com diferentes títulos: Libro de las tres creencias (o las  tres gracias); Libro declarante; Declaración del Credo, Camino de la verdad etc. No  entanto, em nenhum dos manuscritos figura o nome exato do autor. Essa circunstância  fez com que surgissem diferentes teorias sobre a autoria da obra; uma delas é a atribuição  hipotética ao frei mercedário Pedro Pascual (finais do século XIII). Por outro lado, há  pesquisadores, como Menéndez Pidal, que sustentam que o Libro declarante foi escrito  por Abner de Burgos, com base nas atribuições textuais e extratextuais que se encontram  nos manuscritos B (Ms H-iii-3 da Biblioteca de San Lorenzo de El Escorial e C da  Biblioteca Nacional de Madrid MS 9302), ainda que seja mais provável que o autor tenha  sido o converso Alfonso de Valladolid (s. XIV).  

O texto apresenta-se como um extenso sermão destinado a provar, por meio do  comentário do Símbolo Apostólico, a defesa dos dogmas cristãos (o Messias, a Trindade,  a Encarnação, os sacramentos e a divindade de Jesus) frente às abordagens e objeções dos  judeus e, em menor medida, dos muçulmanos. Esse tipo de argumento faz com que a obra  seja uma comparação das três religiões monoteístas a partir de textos citados em latim,  castelhano e hebraico traduzido. 

A ideia inicial, como ponto de partida, é o Credo, como ocorre com a Explanatio  symboli apostolorum, de Ramón Martí, escrita no ano de 1257, de um Capistrum  iudaeorum, composto dez anos depois. Esse Credo é composto de doze artigos, cada um  deles formulado por um dos doze apóstolos, testemunhas muito confiáveis pelo seu dom  das línguas, por sua santidade e capacidade para realizar milagres.  

O conteúdo de cada um desses artigos é confirmado por referências do Antigo  Testamento, principalmente do Saltério, e das profecias de Isaías, Jeremias e Zacarias,  embora existam alguns textos de Ezequiel, do Êxodo e do Cântico dos Cânticos. Todas  essas citações são apresentadas em versão trilíngue: hebraico (traduzido em caracteres  latinos), latim e castelhano. Esses artigos são sempre confrontados aos argumentos e  objeções postas pelos judeus e muçulmanos. Em suma, o tratamento dos quatro primeiros  pontos da argumentação (Eloym entendido como uma pluralidade; Cristo, filho de Deus,  Cristo concebido pelo Espírito Santo; Cristo crucificado, morto e sepultado) é muito mais  extenso do que os restantes. 

Após o comentário do Credo, o tratado oferece outros argumentos  complementares: uma demonstração de que Deus é trindade; uma resposta a três objeções judaicas relativas ao Messias, pela qual se demonstra que o Messias é filho de Deus, que  já veio e que trouxe uma nova Lei; uma exposição dos sacramentos cristãos (o batismo,  a unção e a eucaristia) e, finalmente, algumas especificações relativas à ideia da  Encarnação, nas quais se coloca em relevo a humildade de Cristo ao assumir a forma  humana, enquanto se exalta a pureza da Virgem Maria. 

Embora o tratado comece com um reconhecimento de que o judaísmo, islamismo  e cristianismo compartilham a crença em um só Deus, imediatamente afirma que a  autêntica Lei divina é uma só. Para justificá-lo, utiliza passagens da Bíblia hebraica, a que  se refere como “a santa lei”, que determina como sagrada, santa e verdadeira para todas  as religiões.  

A partir dessas premissas, todo o desenvolvimento do texto tem uma orientação  marcadamente antissemita e apenas secundariamente antimuçulmana. De fato, as citações  do Antigo Testamento são constantes, ao passo que o Alcorão só é invocado em uma  ocasião, precisamente para confirmar a ideia de que Maria concebeu do Espírito Santo de  Deus, embora os muçulmanos neguem que Cristo seja filho de Deus e que tenha morrido  na Cruz. 

A intenção do Libro declarante, segundo indica o próprio autor, é a de  “testificar” que só existe uma única fé, utilizando quarenta e cinco provas da Bíblia. O  autor usa como base para provar suas asserções o fato de que a fé islâmica, a judaica e a  cristã são monoteístas. Segundo o autor:  

Quer vos provar cada verso desta ciência que disseram, com quatro e cinco  

provas da santa lei que o nosso senhor Deus nos enviou com Moisés e com  

todos os outros santos profetas que todos vós, cristãos, mouros e judeus  

outorgardes que é santa e verdadeira, na qual mentira não há.1 

É uma declaração extensa e detalhada das razões pelas quais Jesus de Nazaré é  a resposta às profecias da Bíblia, e não uma exposição das diferenças litúrgicas e  canônicas entre o Islã, o judaísmo e o cristianismo, como declara o autor. Ao longo da  obra, enumera as razões pelas quais, de acordo com seu critério, o povo judeu deve  renunciar à “sua obstinação e cegueira” e aceitar o Messias dos cristãos como seu  verdadeiro salvador. Utiliza estratégias que geralmente seguem o estilo das novas  estratégias retóricas antijudaicas que começaram a se ampliar pela Península Ibérica após a Disputa de Barcelona e que se popularizariam no século XIII com a publicação do  Pugio Fidei Christianaei, escrita em latim e hebraico pelo dominicano hebraísta  Raimundo Martí, uma das obras polêmicas cristãs mais extensas e sofisticadas que se  escreveu na Idade Média e que inclui citações talmúdicas e rabínicas. 

        Em conclusão, todos os argumentos da obra pretendem convencer a sua  audiência de que a fé cristã é a única fé herdeira da tradição abraâmica e que Jesus é a  resposta às profecias dos profetas. Pretendia demonstrar à população judaica que o  cristianismo era “a fé verdadeira”. Com efeito, os conversos começaram a usar o seu  conhecimento dos argumentos existentes nos livros sagrados do judaísmo, como o  Talmud ou o Midrás, para justificar sua nova fé sob a infraestrutura da tradição polemista  apologética de Adversus Iudaeos.

Idioma nativo

Esta obra ha sido transmitida con diferentes títulos: Libro de las tres creencias  (o las tres gracias); Libro declarante; Declaración del Credo, Camino de la verdad etc.  No obstante, en ninguno de los manuscritos figura el nombre exacto del autor. Esta  circunstancia provocó que surgieran diferentes teorias sobre la autoria de la obra; una de  ellas es la atribución hipotética de la obra al fraile mercedario Pedro Pascual (fines del  siglo XIII). Por otro lado, hay investigadores, como Menéndez Pidal, que mantienen que  el Libro declarante fue escrito por Abner de Burgos basándose en las atribuciones  textuales y extratextuales que se encuentran en los Mss B (Ms H-iii-3 de la Biblioteca de  San Lorenzo de El Escorial y C de la Biblioteca Nacional de Madrid MS 9302) bien, con  más probabilidad, hace que el autor fuera el converso Alfonso de Valladolid (s. XIV).  

El texto se presenta como un extenso sermón destinado a probar, a través del  comentario del Símbolo Apostólico, la defensa de los dogmas cristianos (el Mesías, la  Trinidad, la Encarnación, los sacramentos, y la divinidad de Jesús) frente a los  planteamientos y las objeciones de los judíos y, en menor medida, de los musulmanes.  Este tipo de argumento hace que la obra sea una comparación de las tres religiones  monoteístas a partir de textos citados en latín, castellano y hebreo transliterado.  

La idea inicial como punto de partida es el Credo, como ocurre con la Explanatio symboli apostolorum de Ramón Martí, escrita en el año 1257, de un Capistrum  iudaeorum, compuesto diez años después. Este Credo consta de doce artículos, cada uno  de ellos formulado por uno de los doce apóstoles, testimonios muy fiables por su don de  lenguas, su santidad y su capacidad para obrar los milagros. 

El contenido de cada uno de estos artículos es confirmado mediante citas del  Antiguo Testamento, principalmente del Salterio, y las profecías de Isaías, Jeremías y  Zacarías, aunque hay algunos textos que se toman de Ezequiel, el Éxodo y el Cantar de  los Cantares. Todas estas citas se se ofrecen en versión trilingüe: hebreo (transliterado en  caracteres latinos), latín y castellano. Estos artículos siempre se van confrontado con los  argumentos y objeciones que plantean los judíos y los musulmanes. Con todo, el  tratamiento de los cuatro primeros puntos de la argumentación: Eloym entendido como  una pluralidade; Cristo hijo de Dios, Cristo concebido por el Espíritu Santo; Cristo  crucificado, muerto y sepultado) es mucho más extenso que los restantes.

Después del comentario del Credo, el tratado ofrece otros argumentos  complementarios: una demostración de que Dios es trinidad; una respuesta a tres  objeciones judías relativas al Mesías, por la que se demuestra que el Mesías es hijo de  Dios, que ya ha llegado y que ha traído una nueva Ley; una exposición de los sacramentos  cristianos (el bautismo, la unción y la eucaristía) y, finalmente, algunas precisiones  relativas a la idea de la Encarnación, en las que se pone en valor la humildad de Cristo al  asumir la forma humana, a la vez que se ensalza la pureza de la Virgen María. 

Aunque el tratado comienza con un reconocimiento de que judaísmo, islam y  cristianismo comparten la creencia en un solo dios, inmediatamente se afirma que la  auténtica Ley divina es una sola. Para justificarlo utiliza pasajes de la Biblia hebrea, a la  que se refiere como “la santa ley”, que determina como sagrada, santa y verdadera para  todas las religiones.  

A partir de estas premisas, todo el desarrollo tiene una orientación marcadamente  antisemita y sólo secundariamente antimusulmana. De hecho, las citas en hebreo del  Antiguo Testamento son constantes, mientras que el Corán sólo es invocado en una  ocasión, precisamente para confirmar la idea de que María concibió del Espíritu de Dios,  si bien los musulmanes niegan que Cristo sea hijo de Dios y que haya muerto en la cruz. 

La intención del Libro declarante, según lo indica el propio autor, es un intento  de “testificar” que sólo existe una sola fe utilizando cuarenta y cinco pruebas de la Biblia.  El autor usa como plataforma para probar sus aserciones el hecho de que la fe islámica,  la judía y la cristiana son monoteistas. Según el autor:  

Quiero vos prouar cada vierso desta sciencia que eillos dixieron con .iiij. et .v.  

prueuas de la sancta ley que el nuestro seynor dios nos jmbio con moysen et  

con los otros todos sanctos prophatas [sic] que todos vos xpistianos moros et
judios otorgades que es sancta et verdadera en la quoal mentira no a.2 

Es una declaración extensa y detallada de las razones por las que Jesús de  Nazaret es la respuesta a las profecías de la Biblia y no una exposición de las diferencias  litúrgicas y canónicas entre el islam, el judaísmo y el cristianismo, como declara el autor.  A través de la obra enumera las razones por las que, de acuerdo a su criterio, el pueblo judío debe renunciar a “su obstinación y ceguera” y aceptar al Mesías de los cristianos  como su verdadero salvador.  

Utiliza estrategias que generalmente siguen el estilo de las nuevas estrategias  retóricas antijudaicas que se comenzaron a extender por la Península Ibérica después de  la Disputación de Barcelona y que se harían populares en el siglo XIII con la publicación  del Pugio Fidei Christianae, escrita en latín y hebreo por el dominico hebraista Raimundo  Martí, una de las obras de polémica cristiana más extensas y sofisticadas que se escribe  en la Edad Media y que incluye citas talmúdicas y rabínicas. 

En conclusión, todos los argumentos de la obra quieren convencer a su audiencia  de que la fe cristiana es la única fe heredera de la tradición abrahámica y que Jesús es la  respuesta a las profecías de los profetas. Había que demostrar a la población judía de que  el cristianismo era “la fe verdadera”. De hecho, los conversos comienzan a usar su  conocimiento de los argumentos que existen en los libros sagrados del judaísmo, como el  Talmud o el Midrás, para justificar su nueva fe bajo la infraestructura de la tradición  polemista apologética de Adversus Iudaeos. 


¹Biblioteca del Monasterio de El Escorial. P-III-21, ff. 2v (2ª-3ª quarto do séc. XIV) em aragonês: sob  o título: Libro declarante.
²
 Biblioteca del Monasterio de El Escorial. P-III-21, ff. 2v (2ª-3ª cuarto del s. XIV) en aragonés: bajo el  título: Libro declarante.

Manuel Ortuño Arregui
Instituto Supetior de Ciencias y Educación (CUISCE). Facultad de Humanidades y Ciencias Religiosas de la Universidad Nacional de Guinea Ecuatorial

Edições Modernas

AMADOR DE LOS RÍOS, J. Estudios históricos, políticos y literarios sobre los judíos  de España, Madrid, 1848, pp. 301-303.  

CARPENTER, Dwayne E. “Abner de Burgos, Libro de las tres creencias: The Spanish  Manuscripts”, Manuscripta, 31, 1987, pp. 190-197.  

CARRETE PARRONDO, Carlos. Fontes iudaeorum regni Castellae. Salamanca:  Universidad Pontificia de Salamanca, 1981. 

CHAZAN, Robert. “Maestre Alfonso de Valladolid and the New Missionizing.” Revue  des Études Juives,143, 1984, pp. 83-94. 

DIEZ MERINO, L. “El argumento mariano en la controversia judeocristiana del siglo  XIII en España. Abner de Burgos (1270-1346), Libro de las tres creencias (manuscrito  inédito).” Scripta de María, 9, 1986, pp. 59-82.  

MENÉNDEZ PIDAL, R. “Sobre la bibliografía de San Pedro Pascual”. Bulletin  Hispanique, v. 4, n.4, 1902, pp. 297-304. 

_______. Crestomatía del español medieval. 2 vols, Madrid, (1965-66), pp. 438-40.  METTMANN, Walter. “El Libro declarante, una obra falsamente atribuida a Alfonso de  Valladolid”. In: PEIRA, Pablo et al. Un homenaje a Alonso Zamora Vicente. V vols.  Madrid: Castalia, 1988-1996. V. III, pp. 71-76. 

MILLS, Vivian M. Estudio y transcripción del Libro declarante atribuido a Abner  de Burgos (MS Escorial P-iii-21). (Teses e dissertações), University of South Florida,  2014, p.1-51. Disponível em: https://scholarcommons.usf.edu/etd/5381 MOITA, Tiago. “Libro de las tres creencias (BNP, MS IL 47).” In: URBANO  ALFONSO, Luís; MIRANDA, Adelaide (eds.) O libro e a iluminura judaica em  Portugal no final de Idade Média. Lisboa: BNP, 2015, pp. 149-150. SAGREDO FERNÁNDEZ, Juan Antonio. El "Libro declarante de la Santa Fe  Cathlolica" de Alonso de Burgos. Memoria de Licenciatura. Madrid: Universidad  Complutense, 1975. 

SAINZ DE LA MAZA, C. “La reescritura de obras de polémica antijudía. El ‘Libro de  las tres creencias’ y unos ‘Sermones sorianos.’” Cahiers d’Études Hispaniques  Médiévales, 29, 2006, pp. 151-72. 

_______. Alfonso de Valladolid. Edición y estudio del manuscrito ‘Lat. 6423’ de la  Biblioteca Apostólica Vaticana, Madrid, Ed. Universidad Complutense, 1990, pp. 218- 223.  

SZPIECH, Ryan (2012), “Abner of Burgos / Alfonso de Valladolid.” In: MALLETT, D.  Thomas, A. (eds.) Christian-Muslim Relations. A Bibliographical History. vol. IV  (1200-1530). Leiden-Boston: Brill, 2012, pp. 967-973. 

VILLARES CEPEDA, Isabel. “Uma versao portuguesa do "Libro de las tres creencias.”  Revista da Biblioteca Nacional, 1, 2, 1985, pp. 217 -224.

Manuscritos


Biblioteca Nacional de Madrid (España). Mss 9302, fols 1-50. Siglo XIV: bajo el título:  Libro de las tres [...]cias. http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000096144&page=1 Biblioteca Nacional de Madrid (España). Mss. 864, fols 1r-54r. Siglo XV: bajo el  título: Declaraçión del Credo que ordenaron por spiritu sancto los apostolos. Contiene  sólo algunas partes. 

Biblioteca Nacional de Lisboa. Ms IL 47. Siglo XV. (Traducción al portugués) Biblioteca del Monasterio de El Escorial. P-III-21, ff. 1r-34v (2ª-3ª cuarto del s. XIV)  en aragonés: bajo el título: Libro declarante.  

Biblioteca del Monasterio de El Escorial. h-III-3, ff. 110r-155r (s. XIV, a. 1392): bajo  el título: Santo libro declarante.  


Edições modernas 

CARPENTER, Dwayne E. Text and concordance of Libro de las tres creencias,  Biblioteca Nacional de Madrid Ms 9302. Madison: Hispanic Seminary of Medeival  Studies, 1993. 

HERRERA GUILLÉN, Rafael. Alfonso de Valladolid. Libro de las tres creencias (edición digital para la Biblioteca Saavedra Fajardo, según el Ms. Madrid BN 9302), 2004. 

MILLS, Vivian. Estudio y transcripción del Libro declarante atribuido a Abner de  Burgos (MS Escorial P-ii-21). (Dissertação). University of South-Florida, 2014. (Ms. El  Escorial P-III-21). 

RIPAMONTI, Fabio, Libro de las tres creencias. Testo critico”. (s.l. s.d.). Disponível em: https://www.academia.edu/5355478/Alfonso-de-Valladolid-Libro-de-las-tres creencias-testo-critico 


Trecho traduzido e modernizado

Mas provemos com Daniel que disse: “delinxoach cados oada sin balaçes xicud maxomem” E  em latim significa: “cum benerit sanctos sanctorum sesabit vnçion vestra,”3 que quer dizer: “quando vier o santo dos santos, cessará a vossa unção”, em que  nos mostra que vossa unção é tirada se decides não mostrar a unção que possuis. E  provemos com Jeremias e com Isaías que disseram que quando viesse este Messias, o  Salvador, que estes seriam os sinais de sua verdade: que se abririam os olhos dos cegos e  o ouvido dos surdos e que se curassem os aleijados e os endemoniados e que  ressuscitassem os mortos por sua palavra, tais sinais saibas que todos foram feitos a nosso  Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus e da Virgem que já foi provado que é Messias o  salvador, que nos ajude a redimir e a salvar. O que prova que assim que passou aquele  prazo e aqueles sinais que vos ensinaram estes quatro profetas supracitados, veio o  salvador, e se dizes que não, vós mesmos e vossos sábios desmentem a vossa lei e vossos  profetas. 


Autor do documento: Abner de Burgos conocido como Alfonso de Valladolid. Título do documento: Libro declarante o Libro de las tres creencias Data de Composição: Século XIV.  

Lugar de composição ou impressão: Castela.  

Imagem: Biblioteca Nacional de España. Ms. 9302. [fol. 38r] prólogo do documento